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dc.contributor.authorBranco Pedro, J.pt_BR
dc.contributor.authorCampos, V.pt_BR
dc.date.accessioned2020-11-17T14:42:42Zpt_BR
dc.date.accessioned2021-02-01T17:56:01Z-
dc.date.available2020-11-17T14:42:42Zpt_BR
dc.date.available2021-02-01T17:56:01Z-
dc.date.issued2016-11pt_BR
dc.identifier.isbn978-972-49-2289-8pt_BR
dc.identifier.urihttp://dspace2.lnec.pt:8080/jspui/handle/123456789/1013190pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.lnec.pt:8080/jspui/handle/123456789/1013190-
dc.description.abstractA comunicação apresenta uma análise dos resultados de um inquérito ao setor da construção reali-zado pelo LNEC em 2013, através do qual se procurou conhecer a opinião dos inquiridos sobre as dificuldades que se colocam na prática à aplicação do Regulamento Geral de Edificações Urbanas (RGEU) nas obras em edifícios existentes, bem como as medidas que podem ser adotadas para re-solver essas dificuldades. Da análise das respostas conclui-se que as principais dificuldades identificadas pelos inquiridos se prendem com as disposições relativas ao dimensionamento dos espaços, à salubridade, aos materi-ais e processos de construção e às instalações técnicas. Estas dificuldades radicam fundamental-mente em insuficiências do RGEU: o facto de estar orientado para a construção nova e de adotar uma formulação prescritiva e rígida das disposições, não admitindo margens de adaptação a situa-ções imprevistas como as que ocorrem frequentemente na reabilitação de edifícios antigos. Acresce a vetustez do RGEU, que está desatualizado face aos atuais processos e tecnologias da construção e aos modos de vida e de uso dos espaços, bem como a falta de compatibilização e harmonização entre o RGEU e o disposto noutros regulamentos gerais e específicos entretanto aprovados. As principais medidas propostas pelos inquiridos para ultrapassar estas dificuldades são admitir que o nível de exigência possa variar consoante a extensão da intervenção, admitir exceções à aplica-ção das disposições desde que o motivo seja devidamente justificado, reduzir o nível de exigência ou dispensar alguns requisitos, e adotar uma formulação exigencial. Para os problemas gerais do RGEU foi sugerido aproveitar as propostas de revisão já elaboradas, compatibilizar o disposto no RGEU com os outros regulamentos e clarificar a redação de exigências cuja interpretação coloca dúvidas recorrentes.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherLNECpt_BR
dc.relation.ispartofseriesRNI;99pt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectRGEUpt_BR
dc.subjectReabilitação de edifíciospt_BR
dc.subjectInquéritopt_BR
dc.titleO RGEU e a reabilitação de edifícios: Análise dos resultados de um inquérito ao sector da construçãopt_BR
dc.typeconferenceObjectpt_BR
dc.identifier.localedicaoLisboapt_BR
dc.description.pages12p.pt_BR
dc.identifier.localLisboapt_BR
dc.description.sectorDED/NUTpt_BR
dc.identifier.proc0804/3205/08043205pt_BR
dc.description.magazineLivro de Ataspt_BR
dc.identifier.conftitleQIC2016 - 2.º Encontro Nacional sobre Qualidade e Inovação na Construçãopt_BR
dc.contributor.peer-reviewedSIMpt_BR
dc.contributor.academicresearchersNAOpt_BR
dc.contributor.arquivoSIMpt_BR
Appears in Collections:DED/NUT - Comunicações a congressos e artigos de revista

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