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dc.contributor.authorPoças, A.pt_BR
dc.contributor.authorRebola, N.pt_BR
dc.contributor.authorCordeiro, B.pt_BR
dc.contributor.authorRodrigues, S.pt_BR
dc.contributor.authorBenoliel, M. J.pt_BR
dc.contributor.authorRietveld, L.pt_BR
dc.contributor.authorVreeburg, J.pt_BR
dc.contributor.authorMenaia, J.pt_BR
dc.date.accessioned2015-08-14T14:11:07Zpt_BR
dc.date.accessioned2017-04-12T13:07:25Z-
dc.date.available2015-08-14T14:11:07Zpt_BR
dc.date.available2017-04-12T13:07:25Z-
dc.date.issued2013-12pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.lnec.pt:8080/jspui/handle/123456789/1007490-
dc.description.abstractO aparecimento da água amarela acastanhada tem origem nos sedimentos que se acumulam nos sistemas de distribuição e que, por alterações na velocidade ou no sentido do escoamento, podem ser ressuspendidos e chegar à torneira do consumidor. Pela sua coloração característica, que advém da sua riqueza em óxidos de ferro e compostos orgânicos, estes sedimentos são genérica e simplistamente identificados como produtos de corrosão das condutas de ferro fundido. No entanto, a sua ocorrência não é exclusiva destas, podendo ocorrer em qualquer sistema de distribuição e independentemente dos materiais das condutas, da água de origem e do esquema de tratamento. A compreensão da origem deste tipo de sedimentos, bem como das condições para a sua acumulação/ressuspensão, requer o conhecimento dos seus constituintes e das suas características físicas, o que implica a colheita de amostras que sejam representativas dos sedimentos da água amarela acastanhada. Contudo, os métodos que são convencionalmente utilizados para amostragem de condutas, embora úteis para o diagnóstico da acumulação de sedimentos nas condutas, ou para monitorização da eficácia dos programas de limpeza, não satisfazem aquele requisito, nem proporcionam a recolha de amostras em quantidade necessária à sua caracterização analítica. Nesta comunicação apresentam-se as metodologias desenvolvidas para amostragem e caracterização dos sedimentos da água amarela acastanhada, bem como os principais resultados sobre a sua composição, formação, comportamento e potenciais riscos microbiológicos, que foram obtidos no âmbito do projeto FCT-LDmicrobiota (2010-2013), em que participaram o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), a Universidade Técnica de Delft (TU Delft) e a Empresa Portuguesa das Águas Livres (EPAL).pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectSedimentospt_BR
dc.subjectÁgua amarela acastanhadapt_BR
dc.subjectMonitorizaçãopt_BR
dc.subjectRedes de distribuiçãopt_BR
dc.titleOrigem e potencial de mitigação da água com coloração amarela acastanhada na torneira do consumidorpt_BR
dc.typeconferenceObjectpt_BR
dc.description.pages10 ppt_BR
dc.description.commentsPublicação apresentada no Encontro Nacional de Entidades Gestoras (ENEG), Coimbra, Portugal, dezembro 2013pt_BR
dc.identifier.localCoimbra, Portugal, dezembro 2013pt_BR
dc.description.sectorDHA/NESpt_BR
dc.identifier.conftitleEncontro Nacional de Entidades Gestoras (ENEG)pt_BR
dc.contributor.peer-reviewedNAOpt_BR
dc.contributor.academicresearchersNAOpt_BR
Appears in Collections:DHA/NES - Comunicações a congressos e artigos de revista

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