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Title: Conservação de construções de taipa: argamassas de reparação.
Other Titles: Conservation of rammed earth buildings: repair mortars
Authors: Gomes, I.
Keywords: Terra;Construção com terra;Taipa;Argamassas de reparação
Issue Date: 16-Dec-2013
Abstract: Atualmente existe grande interesse pelas técnicas construtivas com terra crua, que tinham caído em desuso mas que ressurgiram com a conscencialização face à ecoeficiencia e no sentido de explorar recursos locais reutilizáveis. A taipa é, a nível mundial, uma das mais antigas e difundidas técnicas de construção. Em Portugal a taipa reune grande atenção porque é uma das principais técnicas utilizadas na nova construção com terra. Mas esta atenção decorre também da necessidade de reabilitação de edifícios antigos e da existência de um vasto e valioso património arquitetónico, que precisa ser preservado. Muitos dos edifícios antigos de terra deterioraram-se por falta (ou ineficiência) de manutenção e reparação. De fato, existe um elevado desconhecimento ao nível das técnicas de reabilitação e conservação. O presente trabalho de investigação explora a questão da adequabilidade de argamassas para a reparação de paredes de taipa. A escassa informação nesta área justificou o estudo das caraterísticas mais adequadas para estas argamassas de reparação e definição de recomendações para sua aplicação. Partiu-se do pressuposto que, para perspetivar intervenções de reparação com maior ciclo de vida, é importante asseverar não só a durabilidade das argamassas de reparação, mas também a sua compatibilidade com a parede. A principal conclusão é que, sempre que possível, as argamassas devem ser efetuadas com a mesma terra utilizada na parede ou com materiais tão semelhantes a esses quanto possível, para que as propriedades físicas, mecânicas e químicas sejam compatíveis com as da parede a reparar. Se a taipa não tiver sido estabilizada com ligantes minerais, estes não devem também ser utilizados nas argamassas de reparação. Observou-se ainda que as argamassas estabilizadas com ligantes minerais apresentam uma absorção capilar muito mais rápida do que o mesmo tipo de argamassas sem estabilização e que a utilização de fibras vegetais potencia o aparecimento de bolores, quando as argamassas se encontram em ambientes com elevadas humidade relativa.
URI: http://repositorio.lnec.pt:8080/jspui/handle/123456789/1005662
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